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domingo, 4 de outubro de 2015

Jesus mito ou realidade?

Jesus, este nome causa em alguns admiração, raiva e até incertezas, mas quem foi esse Homem? Alguns dizem que foi apenas um Judeu fanático e outros dizem que é Deus, mas também existem aqueles que negam a sua existência. Este nome dividiu a história, restaura vidas, como também, por ele muitas pessoas mataram e morrem. Quem é esse homem chamado Jesus? Por que tantas discussões sobre ele? Existem evidencias de sua existência? Ou ele é apenas um mito criado por judeus que queriam livrar-se do julgo romano?
 Este trabalho tem como objetivo expor evidencias que respondam estas perguntas e caberá ao leitor decidir se elas são plausíveis ou não.


1.     Jesus pelo cristianismo


Para que possamos entender os debates em relação a Jesus Cristo, devemos primeiro conhecer o que os Cristão falam sobre Ele, seu nascimento, sua vida e sua morte.
Para os cristãos:
1)      Maria, mãe de Jesus, teve uma visita de um anjo, que era um mensageiro de Deus, que anunciou para ela que teria um filho mesmo ainda sendo virgem, este menino seria chamado de Jesus, que significa Yahweh é a salvação, ele seria grande e seria chamado de filho de Deus (Lc 1:31-35).
2)      Nasceu na cidade de Belém, mas cresceu em Nazaré uma das cidades mais perigosas da época (Mc 2: 4-7; Mt 2:23; Jo 1:46).
3)      Jesus era muito inteligente desde criança, pois quando ele tinha doze anos viajou com os pais para Jerusalém e lá debateu como os doutores da lei e todos ficaram admirados de sua inteligência. (Lc 2:41-47).
4)      Começou seu ministério aos trinta anos ao ser batizado por João Batista (Lc 3:21-23; Mt 1:1-17; 3:13; Mc 1:9-11).
5)      Seu ministério foi de aproximadamente três anos (Dn 9:24-27; Jo 2: l3-23; 5: l; 6:4).
6)      Realizou muitos milagres (Jo 2:1-11; Jo 4:46-54; Jo 5:1-9; Lc 5:1-11; Mc 1:23-28; Mts 8:14,15; Jo 21;25).
7)      Disse que era o “EU SOU”, ou seja, o mesmo Deus dos seus antepassados (João 8:58).
8)      Foi rejeitado pelo seu povo (Jo 1:11).
9)      Foi julgado e crucificado por Pilatos (Jo 19; Mt 27; Lc 23; Mc 15)
10)  Ressuscitou no terceiro dia após à sua morte na cruz (Jo 20;Mt 28; Lc 24; Mc 16)
Grande parte da vida de Jesus é um mistério sendo boa parte de sua infância desconhecida. O seu ministério está escrito nos evangelhos canônicos que foram escritos ainda no primeiro século sendo que alguns comentaristas dizem que possivelmente foram escritos até o ano 62 A.C. Esses livros foram escritos por testemunhas oculares ou por pessoas, como Lucas, que entrevistaram as testemunhas oculares.

2.     Jesus histórico


Para os Cristão Jesus é Deus, para alguns ele foi um grande professor de moral sendo que seu ministério devi servir como fonte de inspiração para uma vida virtuosa de amor ao próximo e abnegação já para outros ele nem Existiu. Mas o que a história fala sobre esse homem? Ele Realmente existiu?
As discussões em relação a existência de Jesus Cristo começaram no século XVIII com o iluminismo alemão. Deste movimento surgiram Historiadores como Hermann Samuel Reimarus que defendiam a existência de Jesus, mas consideravam que ele não passava de um simples judeu que morreu crucificado e seus discípulos inventaram que ele ressuscitou por causa da vergonha e do fracasso do movimento em ter seu fundador crucificado. Bruno Bauer que defendia que Jesus nunca existiu sendo ele um mito criado pelos apóstolos. Albert Schweitzer defendia que o Jesus bíblico nunca existiu, mas sim um carpinteiro que tentou uma revolução, que não deu certo, e esse Jesus foi mitologizado e muitos fazem orações por ele nas igrejas. Bertrand Russell que escreveu o livro “porque não sou Cristão” que segundo ele Jesus foi a maior mentira de todas as épocas.
Estariam estes homens certos? Para responder esta pergunta teremos que responder outras duas. Primeiro, existiu este homem chamado Jesus? E segundo, se ele existiu realmente era como a bíblia o descreve?

2.1. Jesus realmente existiu?

 

Embora, segundo alguns advogado, as testemunham são as prostitutas das evidencias, eles também admitem que sem testemunhas é difícil concluir o caso. Desta mesma forma, se não existir testemunhas é muito difícil provar que alguém do passado existiu.
 Quanto a Jesus, existe um grande problema, até o momento não foi encontrado nenhum texto de historiadores contemporâneos de Cristo, mas existem hoje escritos dos seus seguidores, contudo, apesar deles serem seguidores de Jesus as formas como eles escreveram chamam muito a atenção. Eles não escreveram como Homero escreveu a tomada de Troia, eles não contam uma história que aconteceu a muito tempo, eles não escreveram do tipo “eram uma vez”, mas como alguém que presenciou aqueles fatos. Exemplo disso é o apostolo João ele escreveu: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram ... isso vos anunciamos ...” (1 João 1:1-3). Não podemos esquecer de Paulo que a princípio foi inimigo dos cristãos, ele escreveu:
“Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado ... Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras. E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos. E por derradeiro de todos me apareceu também a mim...” (1 Coríntios 15:5-8)
Ao analisarmos a forma como eles escreveram podemos perceber que eles usam uma linguagem quase jurídica. Eles falam nomes e alguns dos apóstolos citam lugares. Eles escrevem de forma como se dissessem “se tiverem duvida do que estou falando podem ir a estes lugares e falem com estas pessoas”. Quando alguém fala assim é porque elas mesmas testemunharam o que estão escrevendo, é diferente de alguém que fala “era uma vez” ou “a milhares de anos atrás”.
Vejamos também o que Lucas escreveu:
“Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, Segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, Pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; Para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado.” (Lucas 1:1-4)
Ao comparamos a forma de escrita de Lucas, que era um médico grego e durante muitos anos colheu informações sobre Jesus através das testemunhas oculares, podemos perceber que ela possui o mesmo padrão de escrita e documentos jurídicos romanos. Além disso, o livros de Atos dos apóstolos, que também fora escrito por Lucas, segue o mesmo padrão e contem data, nomes de lugares e de pessoas. Podemos perceber que o livro de atos só conta a história de Paulo e ele termina de forma estranha, pois acaba com Paulo esperando o julgamento. Todos os indícios mostram que Lucas estava fazendo um dossiê para defender Paulo durante seu julgamento. Por isso ele acaba repentinamente com Paulo esperando o julgamento.
E a grande pergunta é: será que alguém teria todo esse trabalho de escrever um dossiê com mitos para defender alguém em um tribunal? A resposta é clara e é não. Só alguém que tivesse realmente presenciado o que escreveu poderia ter essa coragem.
Mas todos estes são pretensos discípulos de Jesus Cristo, eles são suspeito em falar sobre ele. Existem fontes extra bíblicas sobre Jesus? A resposta é sim, poucas, mas existem. Porém precisamos nos perguntar uma coisa, por que existem poucas fontes extra bíblica sobre Jesus? Ele não foi grandioso?
Em primeiro lugar, Jesus foi grandioso, mas o ministério dele foi limitado. Cerca de 90% do ministério dEle foi em torno do mar da galileia, Ele não correu o mundo como muitos imaginam. Portanto, geograficamente, seu ministério foi limitado a um simples lago em que Ele atravessava de um lado para o outro. Com isso a sua mensagem não se espalhou muito.
Em Segundo lugar, a maioria dos documentos antigos estão perdido. Na história tivemos destruições de documentos antigos. No ano 61 d. C. Nero colocou fogo em Roma, em 691 d.C. aconteceu a destruição da biblioteca de Alexandria, em 1492 a destruição da biblioteca de Constantinopla. Imagine o quanto de informação se perdeu nestes acontecimentos.
Todo historiador e arqueólogo sério trabalha com fragmentos de história, pois eles sabem que a história antiga é como um grande quebra cabeça de cinco mil partes, no qual se perderam quatro mil e oitocentas peças. Então destas poucas peças que sobraram tentam reconstruir a história.
Mas muitos questionam a existência de Jesus Cristo porque não existem relatos contemporâneos dele. Contudo, Jesus não é o único com esse problema. Vejamos só o famoso Alexandre Magno, conhecido como Alexandre o grande, foi ele que liderou a Grécia em um dos maiores impérios que já existiram, no qual foi chamado de império Helenístico, tudo isso ainda muito jovem e em pouquíssimo tempo. Ele foi um homem muito grandioso que criou um império grandioso, mas não existem nenhum relato no seu tempo que fale sobre ele. O documento mais antigo que fale sobre ele foi escrito aproximadamente trezentos anos após a sua morte por Plutacos em “Vidas Paralelas”.
Vejam bem, entre Alexandre o Grande e seu documento mais antigo existem um espaço de trezentos anos e ninguém questiona a sua existência. E entre Jesus e o documento mais antigo sobre ele cerca de vinte a trinta anos.
Alexandre foi para Índia com todo o seu exército, mas não existem nenhuma prova arqueológica de que ele foi para lá. Se Alexandre o grande percorreu com todo o seu exército cerca de cinco mil quilômetros não deixou prova arqueológica nem textos contemporâneos, imagina Jesus que durante todo o seu ministério percorreu cerca de cento e vinte quilômetros e todo seu exército foi de penas doze homens.
Quer outro exemplo? Podemos ver também a falta de documentos contemporâneos na vida de Sócrates, sim Sócrates, o maior de todos os filósofos. Não existem nenhuma comprovação histórica e arqueológica contemporânea dele que prove a sua existência. Os primeiros relatos sobre ele são de Platão, suposto pupilo de Sócrates, muitos anos após a sua morte. Mesmo assim, consideram que ele realmente existiu.
Em terceiro lugar, Jesus não foi reconhecido em seu tempo. Nunca foi rei, ao contrário foi rejeitado pelos seus e chamado de impostor. Por isso não devo me importar de achar pouca coisa sobre ele.
Portanto, se aceitam a existência de Alexandre o grande e de Sócrates que não possuem relatos contemporâneos devem também aceitar a existência de Jesus.
Mas afinal quais são os relatos que provam a existência de Jesus?
Os relatos que provam a existência de Jesus são de:

Flávio Josefo

Josefo começou a escrever documentos históricos em Roma, enquanto trabalhava como historiador do imperador romano Domiciano. Foi ali que escreveu sua autobiografia e duas obras históricas importantes. Uma dessas obras é sua atualmente famosa “Antiguidades dos judeus” [publicada em português pela CPAD], concluída por volta do ano 93 d.C. No livro 18, capítulo 3, seção 3 dessa obra, Josefo, que não era cristão, escreveu estas palavras: 

Nessa época [a época de Pilatos], havia um homem sábio chamado Jesus. Sua conduta era boa e [ele] era conhecido por ser virtuoso. Muitos judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o à crucificação e à morte. Mas aqueles que se tornaram seus discípulos não abandonaram seu discipulado, antes relataram que Jesus havia reaparecido três dias depois de sua crucificação e que estava vivo; por causa disso, ele talvez fosse o Messias, sobre quem os profetas contaram maravilhas.

Alguns Críticos dizem que esta passagem não foi escrita por Josefo, mas este argumento já caiu por terra porque todos os manuscritos dele contem esta passagem, comprovando assim que foi o próprio Josefo que escreveu, pois se ele não tivesse escrito haveriam vários manuscritos que não teriam esta passagem.
Essa não foi a única menção feita a Jesus por Josefo. Em outra passagem das Antiguidades dos judeus, Josefo revelou de que maneira o novo sumo sacerdote dos judeus (Ananus, o jovem) valeu-se de um hiato no governo romano para matar Tiago, o irmão de Jesus. Isso aconteceu no ano 62, quando o imperador romano. Festo morreu repentinamente durante seu ofício. Três meses se passaram até que seu sucessor, Albino, pudesse chegar à Judéia, abrindo um grande espaço de tempo para que Ananus realizasse seu trabalho sujo. Josefo descreve o incidente da seguinte maneira:

“Festo está morto, e Albino está a caminho. Assim, ele [Ananus, o sumo sacerdote] reuniu o Sinédrio dos juízes e trouxe diante deles o irmão de Jesus, que era chamado Cristo, cujo nome era Tiago, e alguns outros [ou alguns de seus companheiros] e, quando havia formulado uma acusação contra eles como transgressores da lei, ele os entregou para que fossem apedrejados.”

            Alguns se questionam o porquê Josefo escreveu tão pouco sobre Jesus? Isto pode ter ocorrido por dois motivos:
Primeiro, Ele era Judeu e estava escrevendo a história do seu povo, mas seu povo odiava a Jesus Cristo porque ele se auto intitulou como Deus. Portanto ele não citaria muita coisa sobre Jesus. Isto seria parecido com um argentino escrever a história do seu povo e quando chegasse no futebol ele falasse muito de Maradona e quando fosse falar de Pelé ele escreveria o mínimo possível talvez até uma única linha e se escrevesse.
Segundo, como historiador do imperador, Josefo tinha de escolher os temas e as palavras com muito cuidado. De modo mais patente, Domiciano suspeitava de tudo o que pudesse ser associado a sedição. Esta nova seita chamada cristianismo poderia ter sido considerada sediciosa porque os cristãos tinham esse novo e estranho sistema de crenças e recusavam-se a adorar César e os deuses romanos. Como resultado disso, Josefo certamente não queria alarmar ou irritar seu chefe ao escrever um grande número de comentários favoráveis sobre o cristianismo. Porém, essas duas referências confirmam a existência de Jesus e de Tiago e comprovam os relatos do Novo Testamento.
Contudo, alguém poderia não aceitar estes motivos e dizer: “se Jesus realmente tivesse existido Josefo teria escrito mais que isso”. Este tipo de pessoas são pessoas obstinada a não querer aceitar a existência de Jesus e se Josefo tivesse escrito uma ou duas páginas ainda continuariam dizendo que é pouca coisa e se ele tivesse escrito um livro inteiro diriam que ele era um cristão disfarçado. Para estas pessoas não importa a prova nunca aceitarão a existência de Jesus simplesmente por que não querem e não por falta de evidencias.

Mara Bar-Serapião

No Museu Britânico há um interessante manuscrito que preserva o texto de uma carta escrita um pouco depois de 73 d.C., embora não possamos precisar a data. Essa carta foi enviada por um sírio de nome Mara Bar-Serapião a seu filho Serapião. Na época Mara Bar-Serapião estava preso, mas escreveu para incentivar o filho na busca da sabedoria, tendo ressaltado que os que perseguiram homens sábios foram alcançados pela desgraça. Ele dá o exemplo de Sócrates, Pitágoras e Cristo:
“O que os judeus ganharam executando seu sábio Rei? Logo após esse fato o reino deles foi destruídos… Mas Sócrates não morreu de vez; continuou vivo nos ensinamentos de Platão. Pitágoras não morreu de vez; continuou vivo na estátua de Hera. Tampouco o sábio Rei morreu de vez; continuou vivo nos ensinamentos que transmitiu.”
Assim, Mara Bar-Serapião confirma que Jesus era conhecido como um homem sábio e virtuoso, considerado por muitos como Rei de Israel, executado pelos judeus, e que continuou vivo nos ensinamentos de seus seguidores.

Plínio, o Jovem

Plínio, o Jovem, era governador da Bitínia. Escreveu uma carta ao Imperador Trajano, onde dizia ter matado grande número de cristãos. Disse a respeito deles:
“Tinham o hábito de se reunir em dia determinado antes do amanhecer; cantavam um hino a Cristo, em estrofes alternadas, como se fosse a um deus, e faziam o juramento solene de não praticar o mal e nunca negar a verdade quando interpelados” (Epístolas 10:96).

Suetônio

Suetônio era secretário chefe do Imperador Adriano. Ele escreveu a Cláudio César: “Como os judeus estavam constantemente provocando distúrbios, instigados por Chestus (grafia alternativa de Cristo), ele os expulsou de Roma (Life of Claudius 25.4).
Suetônio também escreveu: “Nero fez os cristãos serem punidos, sendo esses um grupo que aderiu a uma superstição nova, nociva.” (Lives os the Caesas, 26.2).

Luciano de Samosata

Luciano de Samosata foi um escritor grego do segundo século que admite que Jesus foi adorado pelos cristãos, introduziu novos ensinamentos e foi por eles crucificado. Ele disse que os ensinamentos de Jesus incluíam a fraternidade entre os crentes, a importância da conversão e de negar outros deuses. Os Cristãos viviam de acordo com as leis de Jesus, criam que eram imortais, e se caracterizavam por desdenhar da morte, por devoção voluntária e renúncia a bens materiais.
Ele foi um escritor satírico, tendo zombado de Cristo e dos cristãos. Luciano relacionou os cristãos com as sinagogas da Palestina e referiu-se a Cristo como:
“…o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo… Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e viver de acordo com as leis que ele deixou” (O Peregrino Passageiro).
Luciano também menciona várias vezes os cristãos em Alexandre, o Falso Profeta, seções 25 e 29.

Anais de Públio Cornélio Tácito

Tácito, romano do primeiro século, que é considerado um dos mais precisos historiadores do mundo antigo, mencionou “cristãos” supersticiosos (“nomeados a partir de Christus”, palavra latina para Cristo), que sofreram nas mãos de Pôncio Pilatos durante o reinado de Tibério. Em seus Anais (parte XV), escreveu:
“… Nero infligiu as torturas mais refinadas a esses homens que sob o nome comum de cristãos, eram já marcados pela merecida das infâmias. O nome deles se originava de Cristo, que sob o reinado de Tibério, havia sofrido a pena de morte por um decreto do procurador Pôncio Pilatos…”.

Talmude da Babilônia
O Talmude da Babilônia (Sanhedrin 43 a) tem uma parte exclusiva sobre os hereges do judaísmo, no qual confirma a crucificação de Jesus na véspera da Páscoa, e as acusações contra Cristo de usar magia e encorajar a apostasia dos judeus. “… e penduraram-no na véspera da Páscoa”
O título que o Talmude dá a Jesus: “Ben Pandera (ou ‘Ben Pantere’)” e “Jeshu ben Pandera”. Muitos estudiosos afirmam que “pandera” é um jogo de palavras, um trocadilho com a palavra grega panthenos, que significa “virgem” chamando-o de “filho de uma virgem”.

Julio Africano

Julio Africano cita o historiador Talo em uma discussão sobre as trevas que sucederam a crucificação de Cristo (Escritos Existentes, 18).
“Talo, no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa escuridão como um eclipse do sol — o que me parece ilógico’ (é claro que é ilógico, pois um eclipse solar não poderia acontecer em época de lua cheia, e foi na época da lua cheia da Páscoa que Cristo morreu).”
Assim, a partir dessa citação percebemos que o relato dos Evangelhos acerca das trevas que se abateram sobre a terra por ocasião da crucificação de Cristo era bem conhecido, e exigia uma explicação naturalista por parte daqueles não-crentes que haviam testemunhado o acontecimento.

O testemunho de Tertuliano

Tertuliano foi Jurista e teólogo de Cartago. Seus escritos constituem importantes documentos para a compreensão dos primeiros séculos do cristianismo. Ao fazer em 197 a.C. uma defesa do cristianismo perante as autoridades romanas na África, Tertuliano menciona a correspondência trocada entre Tibérío e Pôncio Pilatos:
“Portanto, naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo. O Senado, por não haver dado ele próprio a aprovação, rejeitou a proposta. César manteve sua opinião, fazendo ameaças contra todos os acusadores dos cristãos” (Apologia, V.2).

Eliezer

Uma antiga Baraita, em que o rabino Eliezer é a personagem central, menciona Jesus pelo nome. As palavras entre colchetes pertencem à citação. E Eliezer quem fala:
“Ele respondeu: Akiba, você me lembrou! Certa vez eu estava caminhando pelo mercado de cima (a Tosefta traz ‘rua’) de Sefôris e encontrei um (dos discípulos de Jesus de Nazaré); seu nome era Jacó, proveniente de Kefar Sekanya (a Tosefta traz ‘Sakkanin’). Ele me disse: Está escrito na tua Lei – ‘Não trarás a paga de uma prostituta, etc’ O que se devia fazer com essa paga – uma latrina para o Sumo Sacerdote? Mas nada respondi. Ele me disse: Assim (Jesus de Nazaré) me ensinou (a Tosefta traz ‘Yeshu ben Pantere’): ‘Pela paga de uma prostituta ela os chama a si, e pela paga de uma prostituta eles voltarão’; do lugar de imundície eles vêm. e para o lugar de imundície eles irão. E essa frase me agradou, e, por causa disso, fui preso, acusado de Minuth. E eu transgredi o que está escrito na Lei; ‘mantém o teu caminho longe daqui’ – isto é de Minuth – “e não te aproximes da porta da residência dela’ – isto é, do governo civil”. 5/38
Esses parênteses encontram-se em Dikduke Sofrim para Abada Zara (manuscrito de Munique, edição de Rabinovitz).

Escritos Gnósticos
O Evangelho da Verdade, O Apócrifo de João, O Evangelho de Tomé, O Tratado da Ressurreição, entre outros são considerados os escritos gnósticos e todos eles mencionam a existência de Jesus Cristo na Terra.
De fato, podemos quase reconstruir o evangelho somente a partir de primitivas fontes não-cristãs: Jesus foi chamado Cristo (Josefo), praticou “magia”, conduziu Israel a novos ensinamentos, por eles foi pendurado na Páscoa (O Talmude da Babilônia) na Judéia (Tácito), mas afirmou ser Deus e que retornaria (Eliezer), no que seus seguidores creram – O adorando como Deus (Plínio, o Jovem).
O mais importante destes testemunhos são que a grande maioria deles são dos inimigos dos cristãos, ou seja, se até os inimigos dos cristãos em sua própria época aceitaram a existência de Jesus, então por que hoje alguém diria que ele não existiu? Eles como inimigos do cristianismo poderiam refutar a existência de Cristo ou o negar o que está escrito no novo testamento, mas fizeram o contrário, confirmam o que há escrito nele.
Mas alguns poderiam dizer que o “Cristo” citados por algumas destas citações poderia ser qualquer pessoa, contudo, estas pessoas simplesmente não querem aceitar o fato de que Jesus realmente existiu, realmente existiram muitos professos messias, mas apenas um único Cristo. Portanto, dizer que Cristo poderia ser qualquer pessoa é ir contra as evidencias de sua existência.
Com todas estas evidencias fica claro e evidente a existência de Jesus. Por isso que o Dr. Mario Cortella afirma que hoje são poucos os acreditam que Jesus não existiu, muitos até questionam quem realmente ele era, onde nasceu, mas para a grande maioria Jesus existiu.

2.2 Jesus Realmente era como a bíblia o Descreve?

Para responder esta pergunta poderíamos fazer uma outra pergunta. Se Jesus fosse um personagem criado como ele seria?
Se o ministério de Jesus fosse algo inventado os seus discípulos fariam como todos os que trabalham com Marketing faz, tirariam todos os defeitos dEle. Por exemplo, nos estados unidos todos presidentes americanos usam gravatas vermelha ou azul, porque são as cores da bandeira americana.  Desta forma, temos alguns problemas em relação aos escritos dos apóstolos.
Primeiro, Jesus não falaria com mulheres e nem pegaria crianças em público. Devemos ter muito cuidado com o anacronismo, porque apesar que hoje pegar crianças em público é algo normal e bem visto, mas no tempo de Jesus era diferente. Um homem de boa índole nunca falaria com mulheres na rua e nem pegaria em crianças. E no evangelho de Mateus está escrito que Jesus pegava as crianças e colocava elas no colo. E falar com mulheres em público não sendo esta mulher a sua esposa ou sua mãe era algo que nem poderia passar pela sua cabeça, estes tipos de atitudes para a época era um escândalo. Estes tipos de atitudes eram tão terríveis os apóstolos deveriam ter riscado isto dos evangelhos, mas foi o contrário, eles escreveram Cristo como aquele que pega em crianças (Mt 19:14) e conversa com mulheres em locais públicos (Jo 4) e não era uma mulher comum, mas alguém com índole duvidosa.
Segundo, Jesus jamais teria morrido em uma cruz. A morte na cruz era tão horrível que o historiador romano Cicero escreveu que a morte na Cruz era um xingamento. E não somente isso, quando se queria amaldiçoar alguem latim falavam o nome “crux”. A morte na cruz era tão vergonhosa porque o condenado era posto pelado na cruz e suas partes intimas ficavam expostas por vários dias até a morte do indivíduo e para aquela época esta era a morte mais vergonhosa de todas.
Terceiro, Jesus não teria ressuscitado. Existiam, na época de Jesus, quatro grandes linhas de pensamentos para vida após a morte. Primeira, imortalidade da alma, esta ideia veio de Platão, neste caso Jesus teria morrido e sua alma teria ido para um lugar superior. Segunda, a transmigração de almas, criada por Pitágoras, neste caso a alma de Jesus teria mudado de corpo antes de sua morte e ele viveria no corpo de outra pessoa. Terceira, após a morte tudo acaba, teoria de Epicuru, neste caso Jesus viveu grandemente e o termino desta grandiosa vida foi morrer como um herói na Cruz. E quarta, reencarnação, neste caso Jesus morreu na cruz, mas seu espirito reencarnaria e ele viria como outra pessoa. Em qualquer uma desta linhas os discípulos de Jesus conseguiriam uma grande quantidade de seguidores o que faria os seus falsos ensinamentos se espalharem muito rapidamente. Se Jesus tivesse sido um personagem criado pelos discípulos a história dEle teria terminado de alguma destas formas, mas ao invés disso eles contaram a história de um Jesus que ressuscitou. A ressurreição, para a época, era uma das mais ridículas teorias para explicar a vida após a morte. Este tipo de ensinamento não era fácil de aceitar, pois todas as quatro linhas desprezavam completamente este ensinamento.
Quarto, eles não se mostrariam como pessoas sujeitas a repreensão. Pedro negou a Jesus, Judas traiu Jesus, outros se acovardando diante da prisão do mestre. Ninguém ficou com ele próximo da cruz a não ser João. Se Jesus tivesse sido criado, eles se mostrariam como pessoas altamente virtuosas e corajosas, mas nunca com covardes e traidores.
Quinto, os ensinamentos de Jesus são difíceis de aceitar. Ensinamentos como amar o inimigo, pegar a sua cruz e me seguir, daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus. São ensinamentos difíceis que trazem difíceis aceitações principalmente naquela época em que os Judeus estavam sobre o Julgo romano e odiavam eles profundamente.
Sexto, Jesus é mostrado como um homem que teme a morte. Que propaganda seria esta que mostra o líder do movimento como alguém teme a morte. Platão, quando descreve a morte de Sócrates, mostra seu mestre como alguém que brinca com o veneno, faz brincadeiras com o público que assistia a sua morte e conta piada após tomar o veneno. Enquanto Sócrates é representado com serenidade Jesus é representado como alguém angustiado e temeroso a tal ponto que soa sangue, o filho de Deus que não aguentou a própria cruz, que pede agua ao inimigo durante a crucificação e que fala “Deus meu, Deus meu, porque me desamparastes? ”. Se Jesus fosse um personagem criado todos estes fatos teriam sidos omitidos.  
Das duas uma, ou os evangelistas eram péssimo em propaganda ou eles estavam sendo sinceros escrevendo tudo o que eles realmente testemunharam não escondendo nada que viesse a trazer vergonha ao movimento.
Augusto Cury, Ex ateu, médico psiquiatra e doutor em psicanalise, em entrevista no diário de Brasília falou que era um dos maiores ateus que já existiu e até mais ateu de que Nietzsche. Para ele Deus era fruto de um cérebro que não aceitava o seu fim, o seu caos na solidão de um tumulo. Segundo as palavras dele:
 “Eu pesquisava como mentes brilhantes romperam o cárcere da inteligência e produziram novas ideias como Freud, Einstein, ... , em diante. Então fui até esse homem mais famoso da história chamado Jesus Cristo. Eu analisei seu comportamento, suas reações nas entrelinhas no foco de tenção nas suas biografias os chamados evangelhos em várias versões. Eu esperava encontrar uma pessoa construída por um grupo de galileus que queriam produzir um herói para romper o julgo de Tibério Cesar que era imperador de Roma, mas fiquei perplexo, pois percebi que sua personalidade é tão complexa e tão fascinante que não cabe no imaginário humano... eu percebi que sua presença, sua capacidade criativa, sua capacidade de ser gestor de sua mente e protetor de sua emoção não tem precedente histórico. Assim deixei de ser um ateu, um dos grandes ateus da história e percebi que a procura por Deus, não é um ato de pequenez intelectual, mais um ato inteligentíssimo da mente humana.”

Talvez a maior prova que Jesus realmente existiu seja o fato de que literalmente milhares de cristãos no primeiro século d.C., incluindo os 12 apóstolos, se desprenderam a ponto de dar suas vidas como mártires por Jesus Cristo. As pessoas morrerão pelo que creem ser verdade, mas ninguém morrerá pelo que sabe ser uma mentira. As pessoas inventam uma historia quando se tem algo a ganhar com isso, mas o que os apóstolos ganharam? Apenas dor, perseguição e morte.
Portanto, ao analisarmos as evidencias podemos ter certeza de que Jesus realmente existiu e que ele realmente era da mesma forma que os seus discípulos escreveram. Cabe agora a você decidir se irá crer ou não nele, a escolha é sua. Você pode até não acreditar nele, mas ele acredita em você.


Referencias






Não tenho fé suficiente para ser ateu
https://www.youtube.com/watch?v=MPkJyoT_F1Q


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Existe um Deus? Parte 4

    1.  Porque o mal existe?
Conta-se uma história de um cabelereiro que sempre dizia a seus clientes que Deus não existia porque havia muita dor e sofrimento no mundo. Segundo ele, se Deus existisse Ele não deixaria tudo isso acontecer. Então uma certa vez um dos clientes ouviu ele falar e ficou calado, mas ao sair da barbearia viu um homem cabeludo e barbudo, então voltou para o cabelereiro correndo e disse: “não existem cabelereiros, pois há um homem com cabelos e barbas compridos”. Quando o cabelereiro ouviu isso falou: Claro que existem, a questão é que este homem não me procurou. Então o cliente respondeu: É isto mesmo.
A grande questão da existência do mal no mundo é falta de procura por Deus se todas as pessoas procurassem a Deus o mal não existiria. Tudo isso ocorre porque Deus deu as suas criaturas o livre arbítrio, cada pessoa tem o direito de escolher de qual lado vai ficar.
Deus permite que o mal exista por causa do livre arbítrio, Deus não predestinou as pessoas a viver de forma errada, cada pessoa pode escolher qual caminho quer seguir sabendo que tudo que ele faça haverá consequências, a consequência das pessoas beberem e dirigirem um carro pode ser atropelar e matar alguém, a consequência de se iniciar uma guerra é a morte de milhares de pessoas, a consequência de fumar a vida toda é câncer de pulmão, a consequência de fazer sexo indiscriminadamente é gravidez ou adquirir doenças sexualmente transmissíveis. Deus deixa as coisas fluírem e coisas más acontecerem por que ele permitiu que cada pessoa tivesse o livre arbítrio para escolher o que bem quiser da vida para algum dia as pessoas que escolherem amá-lo e segui-lo ir com ele para um lugar onde não haverá nem pranto nem choro nem dor (Apocalipse 21:4). A intenção de Deus é um dia destruir o mal.
Alguns podem se perguntar: onde estar o livre arbítrio? Pois se não o seguirmos ele irá nos jogar no fogo “eterno”. Para podermos responder a esta pergunta teremos que recorrer a bíblia, para vermos o que o próprio Deus fala sobre este assunto.
Primeiro, pessoas que não creditam em Deus poderão ser salvas. Jesus afirmou que possui pessoas dentro do seu aprisco e pessoas fora dele (Jo 10:16), ou seja, existe pessoas que não estão na sua igreja, mas serão salvas. Estas pessoas são ateias, budistas, hinduísta, Etc. pessoas que não creem nele, mas através de vida virtuosa alcançaram a salvação.
Segundo, Deus é amor, mas também é justiça. Imagine você como Juiz (a), então você pega o caso de homem que estuprou e matou friamente centenas de mulheres. Você concederia o perdão judicial e além disso colocaria ele dentro de sua casa com suas filhas? Da mesma forma, Deus não poderá inocentar o culpado e colocar pessoas más junto dos seus filhos. Deus irá erradicar o pecado do universo, por tanto, Ele não deixará pessoas que perpetuem o pecado viver com seus filhos, que viveram uma vida dedica a Ele, para trazer novamente o pecado e toda dor e destruição. Ele, destruirá o mal, mas para isso ele terá que destruir aqueles que não o querem deixa-lo (Apocalipse 10:8).
Terceiro, Deus é amor e não deixará a sua criatura queimar eternamente. Deus criou o ser humano com suas próprias mãos (Genesis 2), a sua imagem e semelhança. Ele não conseguiria ver a sua criatura queimando eternamente. Apesar de alguns textos chamarem de fogo eterno, devemos lembrar que nem sempre a palavra “eterno” significa para sempre. A bíblia fala que os levitas seriam sacerdotes para sempre, mas hoje não vemos nenhum levita oferecendo sacrifício. Também fala que Sodoma e Gomorra foram acometidas pelo fogo eterno (Judas 1:7), mas não vemos ela queimando até hoje. Isso não quer dizer que a bíblia está se contradizendo, mas que o significado de “eterno” não quer dizer sem fim, mas durante muito tempo. Principalmente porque apocalipse fala que essa é a segunda morte (10:8). Desta forma, as pessoas más que Deus não pode salvar, porque elas utilizando do seu livre arbítrio escolheram se apegar ao mal, serão destruídas e não sofreram eternamente.
Há um livre arbítrio, mas o mal-uso dele causa a dor, sofrimento e morte que existe hoje e Deus os tolera porque Ele não pode intervir na escolha das pessoas. Ele tem que deixar o mal seguir o seu caminho, mas tudo isso irá acabar, pois Ele prometeu que um dia não mais haverá o planto, o choro e a dor. Mas cabe a nós decidir, utilizando o nosso livre arbítrio, de qual lado estaremos.

2.      E se Deus não Existir?


Dostoiévski, um dos mais famosos escritores russos, reponde esta pergunta: “ se Deus não Existe tudo é permitido”, não só permitido, mas sem sentido. O que nos faz pensar que se Deus não existir então não existe padrão moral eu posso matar, roubar, estuprar fazer tudo o que eu bem quero, pois não tem ninguém olhando, desde que eu faça de uma forma que ninguém veja tudo é permitido.
O Dr. Ben Carson uma vez falou: “Crendo que somos o produto de ‘atos do acaso’, eliminamos a moralidade e o fundamento do comportamento ético. Pois, se não existe tal coisa como autoridade moral, podemos fazer o que quisermos. Todas as coisas se tornam relativas e não há razão para nenhum de nossos valores mais elevados. ”
Se Deus não existe a vida humana não faz sentido, tem a mesma importância da vida de qual quer animal, pois nós viemos do nada e para o nada iremos. A vida e a morte não têm sentido, pois quando morremos não passaremos de um monte de carne que apodrecerá, fadados ao esquecimento eterno, pois teremos uma morte eterna. Mas eu acredito em um Deus eterno, que prometeu a vida eterna e fala que minha vida tem muita importância, tanta importância que ele se fez carne (E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós “João 1:14”), morreu por mim e por você para que tenhamos a vida eterna (Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. “João 3:16”).
Cabe agora você decidir se crerás ou não em Deus, tudo depende de você. As evidencias foram apresentadas resta agora você o aceitar.


Referencias



Livro: The Fist three Minutes

Livro: Não tenho fé para ser ateu
Livro: Deus Não Está Morto - Provas da Existência e da Ação de Deus Num Mundo de Descrentes
Livro: Geometria plana euclidiana
Serie Evidencias: E se Deus não Existir?
Serie Evidencias: Pessoas inteligentes acreditam em Deus?
Serie evidencias: Deus existe?
Serie evidencias: História da evolução
http://www.criacionismo.com.br/2010/09/evolucao-nao-tenho-fe-suficiente.html
Charles Darwin, "On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life," 1859, p. 162.
Ibid. p. 158.
Michael Behe, "Darwin's Black Box," 1996.
"Unlocking the Mystery of Life," documentary by Illustra Media, 2002.
Michael Denton, "Evolution: A Theory in Crisis," 1986, p. 250.

Charles Darwin, "On the Origin of Species by Means of Natural Selection, ou the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life," 1859, p. 155.23

Existe Um Deus? Parte 3

1.1. Evidencias de Deus na Bioquímica


Tanto o criacionismo quanto o evolucionismo não podem ser provados, pois ambos falam de um único evento, que aconteceu a muito tempo, que são difíceis de se testar e provar de maneira empírica ou seja é preciso ter fé para acreditar em qual quer uma das duas e ter fé denota espera em algo em que você confia. A fé é baseada na experiência e nas evidencias. Por isso, aqui iremos expor algumas das evidencia da existência de Deus na bioquímica e caberá você escolher no final em quem depositar a sua fé.
Apesar de vários conceitos evolucionista terem surgidos na história esta teoria se fundou quando Charles Darwin publicou seu livro “A Origem das Espécies”. Ela tem como base a teoria do mecanismo da seleção natural das formas primitivas a mais avançadas de vida. Desta forma chegamos ao homem, sendo ele o mais complexo da natureza capaz de falar, refletir e criar. Possuindo no núcleo da célula cerca de três bilhões de base de DNA. De acordo com teoria de Darwin a vida surgiu de um mero acaso veio do nada se desenvolveu de várias sequencias de seleção natural sem a interferência alguma.
Apesar de muitos serem dogmáticos em relação a evolução na verdade ela não pode ser provada apenas especulada com observações em aparências das espécies e é isto que a torna inconclusiva e este problema até seus defensores admitem. Vejamos algumas citações de evolucionistas.
O cientista Horatio H Newman, ateu e evolucionista, afirmava que não poderia existir outra forma de explicar a origem das espécies, a não ser pelo evolucionismo, mas também admite que “relutante como possa ser ter de admiti-lo, a honestidade compele o evolucionista admitir que não há nenhuma prova absoluta da evolução orgânica”.
 Até o professor universitário Ernest Mayr escreveu: “o fato da teoria sintética (evolucionista) ser tão universalmente aceita não é uma prova de sua exatidão a teoria básica é muitas diferes instância, dificilmente mais que um postulado”. Ou seja, é mais fácil provar um axioma do que provar o evolucionismo.
 W.R. Thompson, evolucionista, ao republicar a edição de 100 anos do livro “Evolução das Espécies” de Darwin afirma que há divergências em relação ao processo evolutivo e não somente isso mais também:
 “Estas divergências existem porque são insatisfatórias e não permitem uma conclusão acertada. Seria, pois, apropriado chamar a atenção do público leigo para a discursão acerca da evolução..., contudo, recentes declarações de alguns evolucionistas dão a entender a esta irracional posição, tal situação..., de manter o credito perante o público pela supressão do criticismo e a omissão das dificuldades, é anormal e indesejável na ciência. ”.
 A falta de provas em relação a esta teoria fez com que muitos cientistas desaprovassem esta teoria e criassem movimentos antievolucionista. Um movimento que tem ganhado força é a “Dissidência Cientifica de Darwin” com cerca de 700 possuindo todos os membros diploma de Doutorado. Os seus organizadores escreveram:
“Nos somos céticos em relações as alegações de que as mutações aleatórias e a seleção natural podem ser responsáveis pela complexidade da vida. Seria importante que se encorajasse um estudo mais minucioso das evidencias apresentadas em favor da teoria Darwinista.”
Sendo que o instituto Discovery, que pertence esta sociedade, não é filiado a nenhuma religião e 70% nem são religiosos. Mostrando assim que sua discordância não é motivada por motivos religiosos, mas discordância profissional por causa da falta de provas. E muitos dos que fazem parte desta sociedade são professores das mais importantes universidades do mundo.
O cientista Dr David Berlinski afirma “a teoria da Evolução de Darwin é um grande elefante Branco do pensamento contemporâneo ela é volumosa e completamente inútil e objeto de veneração e superstição” isto explica o porquê ela é tão divulgada e qualquer informação contra ela não consegue circular tão rápido. Vamos ver agora alguns dos problemas da teoria da evolução.
Darwin, no seu livro a “Origem do Homem”, afirma que o homem e o macaco surgiram de um ancestral comum e até a inteligência humana surgiu através da seleção natural. O grande problema dessa teoria é que a linguagem humana não poderia se desenvolver do nada, mas só através de aprendizado, segundo linguistas, com isso podemos fazer uma pergunta aos evolucionistas “como foi que o ser humano aprendeu a falar?
Outro problema em relação as teorias evolutivas é a falta de existência de fosseis de transição que provem a evolução.
O primeiro fóssil, supostamente humano, foi encontrado no ano de 1856 três anos depois das teorias de Darwin serem publicadas. Trabalhadores de uma pedreira acharam numa caverna um esqueleto que parecia humano, mas era muito diferente. Os ossos da perna eram curvos e dos braços mostravam uma musculatura muito desenvolvida, o crânio era achatado e parecia ser de homem adulto, foi chamado de homem de neandertal foi considerado como o “elo perdido”, apesar deste ainda ser considerado por alguns como ancestral do ser humano, a comunidade cientifica em geral baseados na avaliação de uma junta de cientista da Alemanha considerarão este fóssil, não como um ancestral, mas como um parente distante do ser humano. E isto até os próprios evolucionistas aceitam.
Outro fóssil encontrado foi o homem de Java, mas tudo o que foi encontrado dele foi o topo de um crânio, um dente e um femo que eram completamente diferentes e seu descobridor os considerou como se fosse da mesma criatura. Como o crânio era símil e o femo humano ele pensou que andava em pé. Trinta e cinco anos depois da descoberta o cientista Dr. Weekly Recap ao analisar o fóssil descobriu que existiam poucas evidencias e considerou, o fóssil do homem de Java, como falso.
No início do século XX, três geólogos encontraram no sul da Inglaterra um maxilar de macaco e um crânio humano, consideraram como sendo o elo perdido entre o homem e o macaco e o chamaram de homem de pitidawn, mas estudos mais tarde mostraram que o crânio e o maxilar não eram da mesma criatura sendo assim uma farsa.
Muitos também foram levados a acreditar que os embriões humanos se pareciam muito com de outros animais, baseando-se em fotos de embriões esta ideia chamada de biogenética foi criada pelo médico alemão Ernest Haeckel. O grande problema foi que era na verdade uma farsa e quem descobriu isso foi o Dr Rith Maia, professor de zoologia da universidade de Basileia 1868 e provou que os desenhos foram fraudados.
Outra confusão em relação ao evolucionismo foi o achado do fóssil incompleto do arqueopteres. Disseram que ele era o elo perdido entre os repteis e as aves, mas ao encontrar outros fosseis mais completos a comunidade cientifica considerou ele apenas uma ave e nada a mais.
Um dos maiores enganos que já foram cometidos foi cometido pelo Dr Harry Osborne que ao analisar um dente que parecia de homem e de macaco o considerou pertencente de um homem primitivo que o chamou de reperopitecos. Com base nesse dente fizeram o desenho de como seria o dono do dente e de sua fêmea. E este dente foi considerado como uma prova cabal da existência do elo perdido, mas o problema foi que 1927 encontraram o resto do corpo e viram que o dente pertencia a um porco.
Hoje mostram uma recriação de Lucy, que seria uma ancestral humana, mas seu fóssil está fragmentado e existem vozes como o do Dr. Michael A. Cremo e Richard I. Tompson dizem que ela não passa de um macaco deformado e não um ancestral humano.
O Dr. Carson falou:
 “Mesmo que você aceitasse a teoria evolucionista – desenvolvendo um organismo mais sofisticado nessa maneira teoricamente ‘lógica’, então deveria haver um continuum de organismos. E por que a evolução se desviou em tantas direções – aves, peixes, elefantes, primatas, seres humanos – se há alguma força evoluindo ao máximo? Por que não são todas as coisas um ser humano – um ser humano superior? Darwin declarou especificamente que sua teoria se baseava na descoberta de formas intermediárias, e tinha certeza de que nós as encontraríamos. Mais de cem anos depois ainda não as encontramos. Mesmo os mais primitivos fósseis não mostram tais intermediários.”
“Considere o simples caso do primata para o ser humano. Deveria ser fácil encontrar uma abundância de restos fósseis sendo que, de acordo com a teoria evolucionista, essa é a mais recente transição. Se podemos encontrar tantos fósseis de dinossauros, os quais são muito mais antigos no esquema evolucionista, deveríamos ter amplas evidências de intermediários entre os primatas e os humanos. Mas não temos. Temos muito poucos supostos intermediários – como “Lucy”, baseada na extravagante reconstrução com muito enchimento. Atualmente temos pessoas com significativas anormalidades congênitas cujos restos do esqueleto pareceriam um elo desaparecido. Por isso, “Lucy” não comprova o caso, e poderia haver inúmeras “Lucys” se a transição dos primatas para os humanos fosse verdadeira.”

Outro grande problema do evolucionismo são os órgãos muito complexos. Charles Darwin afirma no seu livro a origem das espécies que: "Se pudesse ser demonstrado que algum órgão complexo existe, o qual não poderia ter sido formado através de pequenas modificações numerosas e sucessivas, a minha teoria estaria completamente arruinada."
Michael Behe, no seu livro a caixa preta de Darwin, utiliza uma ratoeira para provar que o evolucionismo é uma teoria falha, pois assim como a ratoeira necessita de todos os seus componentes para funcionar, existem organismos que necessitam de todos os componentes para existirem e um processo de lentas variações causariam a morte da espécie. Ele chama isso de complexidade irredutível.
Behe explica a complexidade irredutível como “um sistema único que é composto de várias partes que integrem e contribuem para a função básica e onde a remoção de uma das parte faz com que o sistema efetivamente pare de funcionar.” (Darwin’s Black Box, 39).
Então se encontrarmos um órgão que não possa ter evoluído ou seja surgiu com o material adequado, formato adequado e exercendo a função adequada O evolucionismo cairia por terra. E o surgimento de todos os órgãos desta forma não é a mesma descrita na bíblia veja o que está escrito em Salmos 33:8 e 9: “Tema toda a terra ao Senhor; temam-no todos os moradores do mundo. Porque falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu.” Deus criou tudo do nada, os órgãos surgiram exatamente no mesmo lugar exercendo as mesmas funções que exercem hoje.
Behe continua dizendo que existem alguns sistemas biológicos e moleculares de complexidade irredutível que nunca poderiam ter evoluído pedaço por pedaço. Eles tiveram que surgir já planejados em seu lugar para que o sistema crucial da vida pudesse ter início.
Desta forma haveria o que muitos chamam de design inteligente, ou seja, ouve um planejamento incrivelmente minucioso para existência da vida e se existe um design inteligente então existe um designer, a pessoa por traz do planejamento e por que esta pessoa não seria Deus? Ele como criador de toda a vida como a bíblia descreve. Veremos agora alguns sistemas de complexidade irredutíveis.
O primeiro sistema é o ciliar
A citologia é a ciência que estuda a célula, e para podermos enxergar os cílios precisamos de um super-microscópio. O cílio consiste de um grupo de fibras cobertos por uma membrana chamada de membrana ciliar e é uma protuberância da membrana da célula, por tanto, o interior do cílio é conectado no interior da célula.  Quando um cílio é cortado e examinado por um microscópio elétrico podemos ver nove estruturas como uma vara de pescar em torno da periferia. Estas varas são chamadas de micro túbulos e cada uma das noves estruturas de micro túbulos possuem dois anéis fundidos que possua vez cada um deles possui dez filamentos.
 Além disso o cílio possui uma proteína motora que faz com que ele se movimente. Esta proteína é chamada de Dileína e a energia usada por ela é a ATP. Quando a ATP ativa a dileína um dos micros túbulos começa a deslizar a lado do outro fazendo com que os outros se movimentem e assim começa o movimento ciliar, mas todos eles precisam se mover de forma uniforme e harmônico para o movimento da célula de maneira rápida e suave.
Para o movimento dos cílios são necessários o micro túbulos de outra maneira não haveriam os filamentos para deslizar e além disso precisa de um motorzinho ou esses filamentos permaneceriam rígidos e imóveis. Os cílios também precisam de conectores para empurrar os filamentos vizinhos convertendo então esse movimento e fazendo o deslizamento impedindo assim que toda a estrutura se desmorone, sendo assim, todas estas peças são necessárias para exercer esta função de movimento ciliar, tudo isto dentro de uma célula.
Do mesmo modo que uma ratoeira necessita que todas as suas partes estejam ali presentes. O movimento ciliar não existe na ausência de micro túbulos ou dos conectores ou do motorzinho, podemos desta mesma forma concluir que o cílio é sem dúvida nenhuma um sistema de complexidade irredutível.
Na verdade, um balde de agua fria na teoria da evolução gradual de Darwin. Desta forma o movimento ciliar que ajuda as células se movimentarem e assim nos ajuda a engolir algo que atrapalha a respiração e os espermas se movimentarem, precisaram ser planejados, desenhado e colocado em funcionamento de maneira completa por algo ou por alguém e todas as partes dessa estrutura estão em um pequeno detalhe de uma simples célula.
Esta é a caixa preta de Darwin, algo que ele não poderia penetrar, pois não existia tecnologia suficiente em seus dias. Algo ou alguém estabeleceu a complexidade do cílio.
O biólogo molecular Michael Denton escreveu:
"Embora as menores células bacterianas sejam incrivelmente pequenas, pesando menos de 10-12 gramas, cada uma é na verdade uma verdadeira fábrica micro-miniaturizada contendo milhares de peças requintadas de maquinaria molecular complexa, composta inteiramente de cem mil milhões de átomos, muito mais complicada do que qualquer máquina construída pelo homem e absolutamente sem paralelo no mundo dos seres não viventes.”
Dr. Carson falou: “Ainda que se permita a formação de uma única célula. E um organismo de uma única célula também é surpreendentemente complexo – as membranas, o núcleo, os nucléolos, a mitocôndria. ”

            Segundo sistema é o olho humano

Ele sempre foi um problema para Darwin, ao invés de mostrar uma sequência de passos evolutivos mostrou-se impossível esta possibilidade, porque cada parte de seus traços são interdependentes, tornando-se um mistério para o próprio Darwin, ele mesmo escreveu: “como um nervo tornou-se sensível a luz, dificilmente nos preocupa mais do que como a vida em si mesmo originou-se.” (origem das espécies, 198). “Parece absurdo ou impossível, eu o reconheço, supor que a seleção natura pudesse formar a visão com todas as inimitáveis disposições que permitam ajustar o foco a diversas distancias, admitir uma quantidade variável e luz e corrigir as aberrações esféricas e cromáticas. ”
Os nossos olhos recebem a luz refletida no objeto que ao passar pela retina é invertida, então o cérebro interpreta a imagem e vira ela para enxergamos como elas são, e em cada retina existem aproximadamente cem milhões de fotorreceptores parecidos com cones e bastonetes que liberam moléculas neurotransmissoras em uma taxa que é máxima na escuridão e diminui com a luz e este sinal é transmitido depois por cadeias de células bipolares  e ganglionares sendo este sinal obtido pela rodopsina que é uma proteína que se encontra nos bastonetes encontrados no epitélio pigmentar na retina dos olhos e esse é um processo bioquímico que transforma luz em visão é algo tão complexo que é difícil até de captar e entender.
 O nosso cérebro reúne em uma só imagem impulsos nervosos provenientes dos dois olhos, a capacidade visual do olho humano em perceber o relevo, por exemplo, faz-se pela diferença que existem entre eles e da imagem que cada um envia ao cérebro e a explicação evolucionaria não é suficiente para explicar a estrutura anatômica do olho humano, portanto, o olho humano também é uma complexidade irredutível que foi desenhada e colocada em funcionamento de tal maneira por algo ou por alguém.

O terceiro sistema é o processo de coagulação do sangue

Quando nos ferimos sangramos por um curto espaço de tempo até o sangue coagular e diminuir o fluxo de sangue e esse coagulo endurece e sara. Este processo que é aparentemente simples é na verdade extremamente complexo.
 Ao analisamos este processo pela bioquímica podemos perceber que é um processo de entrelaçamento extremamente intricado constituída de dezenas de partes interdependentes de proteínas e se apenas um entre a grande quantidade de componentes estiver ausente ou apresentar defeito o sistema de coagulação para de funcionar, o sangue não coagula no momento ou no lugar adequado e o indivíduo pode morrer por hemorragia. Sendo este processo apenas o início, pois depois dela acontece a cura que é um processo ainda mais complicado e controlado.
A conclusão que podemos tirar disto é que todo o sistema bioquímico foi desenhado intencionalmente, por algo ou por alguém, para funcionar desta forma. Eles não surgiram por leis da natureza, por acaso ou por um acidente, pelo contrário há um designer que sabe exatamente como esses sistemas funcionariam após serem concluídos.
Ao analisarmos a vida no nosso planeta na forma mais Elemental, como uma célula, percebemos o quanto ela é complexa. E o mais importante nenhum cientista do mundo consegue explicar de forma evolucionista como esses sistemas irredutíveis poderiam se desenvolver de forma lenta e progressiva. Mas, se eles não puderam surgir através da evolução, isto significa que foram criados por algo ou por alguém de forma tão complexa como são hoje e porque não acreditar que quem criou foi Deus? A bioquímica através dos seus estudos mostra a evidencia de um criador que planejou cada pequeno detalhe de suas criaturas.
Vejamos o que o Dr. Carson tem a falar sobre a evolucionismo e criacionismo: “Ao educar-me tive que aprender a teoria evolucionista, e como cristão que teme a Deus fiquei imaginando como fazer Deus e a evolução se entrosarem. A verdade é que não podemos fazê-los se entrosar; temos que escolher um ou o outro.” Muitos cristãos tentam fazer o relato bíblico se encaixarem na teoria da evolução, mas isso é impossível. Aceitar que Deus usou a evolução para criar a vida no planeta é inaceitável, pois fazendo isto estamos reduzimos o poder dEle para caber em nossa mente finita. Nós devemos decidir de que lado estamos, se estamos do lado da evolução ou da criação. Não podemos mais ficar em cima do muro.
Mas, se existem tantas evidencia que mostram que tudo foi criado por alguém por que existem pessoas que não querem admitir a existência de um Deus? O Dr Ben Carson tem a resposta a esta pergunta.
“Acaba sendo uma questão de propriedade. Quem é o proprietário do Universo? Quem é o proprietário da Terra? Quem é o proprietário da nossa vida? Quem acredita na evolução, e em uma explicação naturalista do Universo, basicamente vê a si mesmo como proprietário do fim – como o criador e fonte máxima de autoridade. Desse modo, essas pessoas não respondem a nada e a ninguém, pois não existe nada mais elevado do que elas mesmas.

1.2.Outras evidencias


Todos os aspectos da vida natural parecem seguir uma estrutura complementar que supõe um projetista original. Note o vento que espalha semente a chuva que a faz geminar o sol que os propõe a vida, um animal que come a planta tudo segue uma perfeita sincronia tanto é que a transgressão de uma destas leis traz consequências serias para natureza e para o homem. Crer que tudo isso surgiu pelo acaso requer muito mais fé do que acreditar em Deus.
Todas as sociedades antigas, tribos isoladas catalogadas possuem uma crença em Deus interpretada de maneira localizada, todas tinham uma ideia de Deus. Agora cabe uma pergunta: quem espalhou entre os povos a ideia de divindade? Isso nos faz concluir que a existência da crença de Deus é no mínimo tão antiga como a existência humana adotando desde os primórdios a crença de um ser superior aos homens.
Mas, uma das evidencias mais forte da existência de um criador é a alegria de uma vida transformada de uma pessoa. Todos os anos milhares de ladrões, assassinos, estupradores e bandidos das piores espécies mudam de vida e atribuem a sua mudança de vida a Deus, isto aponta para existência de ente superior que promove a cura para a alma humana.

Dr. Carson:Você pode provar a evolução? Não. Pode provar a Criação? Não. Pode usar o intelecto concedido por Deus para decidir se alguma coisa é lógica ou ilógica? Sim, absolutamente. Tudo se resume na “fé” – e eu não tenho o suficiente para crer na evolução. Sou uma pessoa lógica demais! ”.

Referencias na ultima parte

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Existe um Deus? Parte 2

2.      Evidencias da existência de Deus


Muitos cientistas dizem que não se pode provar a existência de Deus, primeiro porque não podem vê-lo e porque não existe provas de sua existência. Mas se só tentarmos fundar a nossa fé em coisas que vemos ou podemos provar teremos um grande problema, pois existem teorias que nunca serão provadas e coisas que nunca serão vistas, mas a ciência os aceita.
Sim, fé. A fé não é algo que vem da religião, ela existe em vários lugares e em todas as pessoas. Mas o que é fé? Uma das melhores definições que encontramos foi: “Ora, a fé é a certeza de que haveremos de receber o que esperamos, e a prova daquilo que não podemos ver.” (Hb 11:1). Fé não é algo apenas da religião, pois a exercemos no nosso dia a dia em coisas comum, veja por exemplo, as pessoas ligam para a polícia todos os dias, mas elas não têm nada que diga que a polícia irá socorre-las, contudo esperam. Todos os dias milhões de pessoas vão comprar pão, mas elas não sabem se a padaria que ela normalmente compra irá estar aberta, entretanto vão comprar o pão. Quando viajamos de avião, não sabemos se o piloto e o copiloto estão bem, porem esperamos que ambos estejam bem de saúde para que possamos ter um voou tranquilo e seguro. Todas estas coisas não estão baseadas na fé? Em todas elas as pessoas possuem a certeza de que tudo vai acontecer como elas querem ou planejaram e esta certeza é a prova daquilo que não estão vendo, mas esperando.
Os Dr’s Norman Geisler & Frank Turek escreveram o livro: “não tenho fé suficiente para ser Ateu”. Onde na introdução fala como a fé é aplicada em coisas comuns do dia a dia e na ciência. Recomendamos a leitura deste material.
Sim, existem teorias que nunca foram provadas e coisas que não são vistas, mas são aceitas pelas sociedades cientificas. Vamos começar pelo vento, não vemos o vento, mas o sentimos no nosso corpo e vemos a sua manifestação na natureza ao arrastar objetos com sua força. Vamos ver também o átomo, o átomo é a partícula indivisível da matéria, mas não evite microscópio tão potente que seja capaz de enxerga-lo, contudo ele está em todo o lugar. Não poderíamos deixar de falar dos axiomas, os Axiomas são verdades aceitas porque não são demonstráveis. Para os antigos gregos os axiomas eram considerados como verdades que estavam além de nossa capacidade humana provar. O conceito atual é que eles são verdades tão claras que não precisão ser provados.
Da mesma forma que o vento, não podemos ver a Deus, mas podemos senti-lo e enxergar a sua manifestação na natureza. Da mesma forma que o átomo, não existe maquinário para enxergar a Deus, mas ele está em todos os lugares e da mesma forma que os axiomas, Deus é uma verdade não demonstrável, mas que se estabelece pela lógica e compreensão.
Ninguém pode provar que Deus Existe e estão certos, pois provar a existência de Deus é diminuí-lo para que caiba na nossa mente limitada, mas também não se pode provar que ele não existe. Desta forma a única coisa que podemos fazer é olhar as evidencia, olhar os indícios disponíveis e tomarmos um posicionamento naquilo que iremos crê.  Que seja a existência ou não de Deus, pois como o Dr. Rodrigo Silva falou na sua entrevista no programa Jó Soares “a fé é racional, senão seria fideísmo”, ou seja, a fé possui base nas evidencias, senão seria apenas crenças sem embasamento.

2.1. Evidencias de Deus na cosmologia e astronomia


Por 2500 anos os cientistas concordaram com a ideia de Aristóteles de um universo imóvel que sempre existiu, não tendo princípio ou fim, enquanto a bíblia dizia o contrário.
Na década de 1920 o astrônomo belga Georges Lemaître, físico, astrônomo e cosmólogo, disse que o universo inteiro salta na existência no trilionésimo de trilionésimo de segundo, saído do nada no inimaginável fleche de luz. É como ele esperava como o universo reagia guando proferidas as palavras de Deus em Genesis 1:3: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz.”
Mais tarde, em 1923, Edwin P. Hubble publicou seus estudos sobre a existência de nebulosas extragalácticas constituídas de sistemas estelares independentes.  Em 1929 demonstrou que as galáxias se afastam em grande velocidade e que essa velocidade aumenta com a distância. A relação entre a velocidade e a distância da Terra é conhecida como a Lei de Hubble e a razão entre os dois valores é conhecida como Constante de Hubble. Este deslocamento das galáxias serviria como base, em 1946, para George Gamow estabelecer a teoria do Big Bang. Comprovando que a terra teve um início.
Desta forma, durante 2500 anos a ciência esteve errada e a bíblia certa, mas não é a única vez na história que a bíblia mostrou-se como uma fonte confiável, durante centenas de anos a ciência acreditava que a terra era chata enquanto a bíblia falava que ela era redonda: “Ele é o que está sentado sobre a redondeza da Terra" (Isaías 40:22), sem contar que a bíblia afirmar que a terra está suspensa no nada “Ele estende o norte sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada” (Jó 26:7) planando no espaço. Apesar de que o autor bíblico não tinha o intuito de falar fatos científicos e sim de mostrar a grandiosidade de Deus, os textos falam de coisas que só vieram ser comprovados pela ciência centenas de anos mais tarde. Será mera coincidência? Acho que não.
Devemos ter em mente que a bíblia nunca teve o intuito de ser um documento cientifico, mas um relato do amor de Deus para com o seu povo e de sua grandiosidade. Por isso, os autores bíblicos utilizavam a linguagem comum da época do tipo “o pôr-do-sol” quando sabemos que o sol não se põe, mas é a rotação da terra sobre si mesma que causa o escurecimento de parte do planeta durante determinado tempo. Veja só, se um menino de 4 anos de idade pergunta ao seu pai “o que o Senhor estar fazendo?”  Enquanto ele ferve a água para fazer o chá. O pai poderá responder de duas formas: 1ª estou utilizando a energia gerada pelas chamas, que foram passadas para esse recipiente de alumio, para fazer as partículas da água vibrarem até que isso cause um aquecimento, elevando a temperatura da água de uma forma que ultrapasse os 100º fazendo com que a água evapore. E a 2ª estou fervendo a água. A falta de termos científicos não quer dizer que a bíblia errou ou admiti esta ou aquela teoria, mas que ela tenta passar de forma simples a grandeza de Deus.
Quentin Smith, professor de filosofia na Western Michigan University, falou: “a crença mais razoável é de que nós viemos do nada, por intermédio do nada e para o nada”.  É algo muito encorajador não? Desta forma a vida humana não faz sentido. Será que este tipo de pensamento tem fundamento ou será que existem hoje argumentos que provem um autor inteligente.
Alguns matemáticos calculam que a possibilidade de algo surgir do nada é de 1 em 10¹²³ e outros calculam uma probabilidade bem menor, ou seja, o surgimento espontâneo da vida e o desenvolvimento de uma bactéria ou ameba que chegue através de seleções naturais a se tornar um homem é impossível e improvável. Portanto, é irracional pensar que o universo surgiu do nada sem a interferência de um autor inteligente.
O Dr. Ben Carson em entrevista ao site criacionismo disse: Considere, por exemplo, este computador: Se você entrasse nesta sala e visse o computador, não pensaria que ele simplesmente apareceu. Ele não surgiu ao acaso.” 
Mas alguém poderia dizer que homens inteligentes com doutorado ou até pós-doutorado admitem autocriação do universo como, por exemplo, Stephen Hawking considerado um dos homens mais brilhantes do mundo, mas ele também disse que a filosofia está morta, então se formos ouvir tudo o que ele diz devemos acabar com o ensino da filosofia.
Estas são as palavras de Stephen Hawking: “e como a gravidade o universo pode e vai criar a si mesmo do nada, Geração espontânea e a razão de existir algo invés do nada. É a razão do universo existir, é a razão de nós existimos não é necessário evocar Deus para pôr o universo em marcha.” Desta forma Hawking praticamente disse que o universo existe porque precisa existir e como o universo precisa existir, então criou-se a si mesmo.
O Dr John Lennox, professor de filosofia e matematica de Oxford, admitiu que existe 3 erros de logica na teoria de um universo autocriado, pois como poderia algo que não existia e não animável sentir vontade de se criar, isso é algo ilógico, mais ilógico que acreditar que Deus é o criador. Se uma pessoa comum dissesse que hambúrguer é a melhor comida do mundo porque não existe comida melhor, chamariam essa pessoa de louca por que ele reafirmou o que ele tinha falado anteriormente e sem base alguma, mas como alguém importante ou muito inteligente fala utilizando a mesma coisa porque acreditam? John Lennox também fala: “besteira continua sendo besteira, mesmo que falada por cientistas famosos.
            Steven Weinberg, no seu livro The Fist three Minutes, escreveu: “no princípio houve uma grande explosão que ocorreu simultaneamente em todo o lugar, enchendo todos os espaços do princípio com toda partícula de matéria separando-se de toda outra partícula”. Mas qual foi a causa da grande explosão? Vimos que é impossível ele ter surgido do nada.
 Há uma segunda teoria que fala que o universo possui uma causa. E uma das mais fortes evidencias vinda da cosmologia. A cosmologia estuda a origem do universo. A teria da causa também conhecida como Kalam, significa “discurso”, e possui três passos: 1º tudo tem uma causa, 2º universo veio a existir e 3º portanto o universo teve uma causa. Se para um barulho existe uma causa quanto mais o universo, com isso tudo indica que Deus é a causa da existência do universo.
Segundo Georges Lemaître, o universo está em espanção, ou seja, em movimento e de acordo com a física um objeto só se movimenta se algo ou alguém impulsionar se o universo entrou em movimento então algo ou alguém o movimentou e por que não acreditar que foi Deus que o movimentou?
O nosso universo é algo fantástico, perfeitamente desenvolvido para a existência da vida. São tantas coincidências que os cientistas não conseguem explicar como tais fatores conseguiram de unir para a existência da vida. Estes fatores talvez sejam as evidencias mais persuasivas da existência de um criador.
Primeiro fator, a gravidade. Imagine uma régua com o tamanho do universo visível e nela tivesse a marcação em centímetro. O Dr Colles afirma que o limite de variação da gravidade poderia ser o mesmo tamanho desta régua. Por tanto, a variação da gravidade da terra foi determinada de maneira tão precisa que somente um ponto, um determinado local, desta imensa régua capacita a nossa existência no nosso planeta. E como resultado a vida humana pode existir no nosso planeta porque a gravidade está exatamente neste ponto. Mas supondo que a gravidade se movesse apenas um centímetro para qualquer lado desta imensa régua, o que aconteceria? Simplesmente não existiria vida humana na terra, pois animais próximo do tamanho do homem seriam esmagados e insetos precisariam de patas mais fortes e animais pouco maiores que insetos não resistiriam e morreriam. Isto significa que a gravidade não tem margem de erro para a existência da vida humana na terra. Em todo o universo só existe uma única possibilidade e é exatamente a que existe na terra.
O segundo fator é a constante cosmológica, a constante cosmológica é a densidade da energia do espaço vazio. É parte da equação de Einstein para a teoria da relatividade geral. Ela poderia ter uma imensidão de valores, tanto possibilidades positivas quanto negativas, se a constante cosmológica fosse grande e positiva as galáxias e os planetas nunca teriam sidos formados e se fosse grande e negativa as galáxias e os planetas teriam entrado em colapso logo depois de terem se formados. Em outras palavras a constante cosmológica está perfeitamente calibrada no exato valor para que o universo exista. Cientistas como o Dr. Colles, afirmam que isto só seria possível se alguém fizesse um ajuste intencional para o estabelecimento da criação, pois tudo aponta para um design inteligente do universo. Alguém estar por traz da minha e da sua criação.
A coincidência é tão grande que se juntarmos a gravidade e a constante cosmológica ao mesmo tempo para que as duas fossem calibradas juntas para existência da vida, seria a mesma coisa de acertar um átomo com um dardo tendo como possibilidade o universo. Isto só prova que existe um design inteligente alguém calibrou as duas para existisse a vida na terra. E esta pessoa só pode ser Deus.
Ao olharmos para céus podemos dizer a mesma coisa que está escrito em salmos 19:1: “Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” Não é apenas na cosmologia que podemos enxergar as digitais de um criado. Ao olharmos para os céus e contemplarmos as estrelas percebemos o quão grandioso é o universo, uma das obras primas de Deus.
Através da astronomia podemos contemplar uma ínfima parte do universo e podemos perceber o quão poderoso é o criador. Vejamos alguns exemplos.
A galáxia do redemoinho está a uma distância da terra de aproximadamente vinte e três milhões de anos luz da via lacta. Um outro exemplo é a galáxia VV 340 está a quatrocentos e cinquenta milhões de anos luz de nós. E estas são apenas duas das grandiosas galáxias que existem no universo. Obras de um Designer, obras de um criador.
 Vejamos a grandiosidades das estrelas, vamos começar pelo nosso sol. A temperatura da superfície do sol é de aproximadamente seis mil graus Celsius e do seu núcleo quinze milhões de graus Celsius. A energia que o nosso sol libera em um segundo é maior que toda a energia que já utilizamos na história do nosso planeta.  Apesar de toda essa grandiosidade, o sol está dentro de uma categoria estrelar chamada de G2 que só na nossa galáxia dentro desta categoria existem aproximadamente cem milhões de estrelas. O sol fica em cerca de cento e cinquenta milhões de quilômetros de nós, portanto a luz do sol chega em nós com aproximadamente oito minutos. Ele é aproximadamente cento e nove vezes maior que a Terra, se a terra fosse do tamanho de uma bola de futebol com o diâmetro de vinte e dois centímetros, o sol teria proximamente vinte e quatro metros de diâmetro. Mas o sol não é a maior estrela encontrada.  
A estrela betelgeuse é duas vezes o tamanho da orbita da terra ao redor do sol. Ela é mil vezes maior que o sol e cinquenta mil vezes mais luminosa que o sol. Se a Terra fosse do tamanho de uma bola de futebol betelgeuse seria do tamanho de trinta e sete estádios do maracanã um ao lado do outro. Mesmo assim ela ainda não é a maior estrela encontrada.
Vejamos a estrela Musife, se a Terra fosse do tamanho de uma bola de futebol, ela seria do tamanho do rio amazonas com aproximadamente seis mil novecentos e noventa e dois quilômetros de extensão quatro vezes, mas ainda não é a maior estrela encontrada.
A maior estrela conhecida é a Canis majores, para facilitar, se Terra fosse do tamanho de uma bola de futebol, ela seria maior que mil novecentos e noventa e duas vezes a maior ponte do mundo que está na China com aproximadamente quarenta e dois quilômetros de extensão.
Ao compararmos a Terra com estas grandiosas estrelas percebemos que somos como poeira no universo. Mas foi nesse senário que Deus criou o ser humano. Seres criados a sua imagem e semelhança Gênesis 1:26.
Segundo os cientistas a Terra foi friamente calculada e planejada para existência da vida. Podemos ver isso, como por exemplo, na água, se fossemos mais próximos do sol a água evaporaria e mais distante a água congelaria e isto é mais uma evidencia da existência de um designer, mas não é só isso, temos também a atmosfera que filtra os raios ultravioletas que são nocivos e ao mesmo tempo atua nos oceanos para moderar o clima através de acumulo e redistribuição da energia solar do planeta.
O tamanho do planeta Terra é grande suficiente para que a gravidade retenha a atmosfera e pequeno suficiente para que não acumule muitos gases nocivos ao redor do planeta.
A terra está numa zona segura da nossa galáxia, onde está segura das supernovas explosivas, fora do núcleo da galáxia onde possui um gigantesco buraco negro e é protegida por Júpiter, que atrai com sua gravidade cometas que poderiam causar estragos terríveis sem precedentes na terra. Sendo a terra também protegida também por outros planetas de um anel de asteroides que existem na nossa galáxia que atingem invariavelmente Marte e Vênus, porque eles estão na extremidade deste anel. Ela também se encontra na extremidade interna daquilo que é chamada de zona habitável. Onde existe baixa, mas suficiente concentração de dióxido de carbono e alta, mas suficiente concentração de oxigênio. Para conservação da vida a orbita quase circular do nosso planeta a mantem constantemente dentro desta zona habitável. Somente por estar dentro desta zona a temperatura do nosso planeta continua como estar. Ou seja, a orbita da terra ao redor do sol é com massa exata, com a luz exata, com a composição exata, na distância exata, com a velocidade exata e na localização exata para manter e nutrir a vida dos organismos vivos que existem em nosso planeta.
Não podemos nos esquecer da lua, pois ela é do tamanho exato e na distância exata do nosso planeta. Ela estabiliza o eixo da terra e influencia as marés, impede a estagnação das águas influência nas estações do ano e nos transmite um pouco de luz refletida do sol. Se na terra houvesse mais de que uma ou nenhuma lua os efeitos na terra seriam devastadores. Precisamos de apenas uma lua no exato local onde ela estar.
Podemos perceber que a vida precisa de harmonia de múltiplas variáveis que devem se manter desta forma que estão e na ausência de apenas um destas coisas a vida deixaria de existir. Isto quer dizer que planeta terra é o lugar onde possui precisamente todas as características para a existência humana. Será que todos estes fatores e variáveis poderiam ter surgido através de acidente? Será que tudo isso poderia ter surgido pelo mero acaso? Creio que não, pois as possibilidades de tudo isso surgir por acidente e/ou por acaso são tão ínfimas que é totalmente improvável.
Outra evidencia é que cada estrela gasta toneladas de sua própria massa todos os dias e de acordo com os cientistas, como elas gastam energia de si mesma elas não são eternas e tiveram um início. Isto mostra que algo ou alguém deve estar fornecendo toda esta massa para as estrelas, se não elas não mais existiriam e este alguém é Deus.
O nosso universo é muito complexo e muito delicado para que tudo tenha surgido do acaso todas estas evidencias mostram a digital de um criador que se importou com cada variável e calibração que seria necessária para a existência da vida humana.
Então surge mais uma pergunta, se Deus é a causa do universo então qual é a causa de Deus? Em outras palavras, se Deus criou o Universo quem criou Deus? Primeiro, esta pergunta só faz sentido se Deus fosse criado, mas o Deus dos cristãos não foi criado, Ele sempre existiu. Em Gn 1:1 fala que Deus criou os céus e a terra e Is 9:6 um dos textos que prefigura a Cristo, chama Ele de Pai da eternidade, ou seja, antes mesmo que o tempo tenha começado a existir ou mesmo a eternidade Deus já existia, pois foi ele que criou o tempo e o universo.
Mas alguém poderia dizer que isto não consigo compreender, como alguém sempre existiu? Segundo, Isto mesmo Deus vai além da compreensão humana. Nossa mente nunca conseguirá compreender a Deus e seu desígnios. Mas, qualquer coisa quando Cristo voltar você pode perguntar diretamente a Ele. 

Referencias na ultima parte.